Apoiou-se na sustentação de madeira velha e suja, inclinando parte de seu corpo para fora do edifício. Experimentou se equilibrar com a barriga na moldura, deixando a cabeça dependurada com as pequenas mechas de cabelo espantadas pelo rosto. Observou os prédios ao redor durante três longos minutos, geralmente imaginava como três minutos bem pensados demoram a passar. Imaginou também como é espantoso o rosto de quem se atira de um prédio. Suave, quase de felicidade; talvez a sensação de vento no rosto ou aquele arrepio de liberdade. São quase consagrados com uma auréola de sangue em volta da cabeça.
Antes de tratar convenientemente, adotou o efeito de pensar. E se não lhe bastar, há de escrever no batente da janela um pequeno trecho de uma música de Violeta Parra, para servir de lápide. Não sei se deviam colocar seus pés no chão ou mantê-los suspensos na parede.
oiiiiiiiiiiiiiiiiiiii
sabe q podemos conversar por comentários! mas pode demorar um pouco para responder!!
vc naum ta mais deixando comentários no meu blog e esse foi meu primeiro cometário no seu blog!!
eu acho q esse foi sua postagem mais legal!!
muito das hora! kkkk
Acho que os pés deveriam manter-se suspensos na parede.
É mais bonito.